terça-feira, 10 de setembro de 2013

Religiosidade afro-brasileira

 Vídeo importante para o professor que deseja levar informação sobre a religiosidade  de origem africana para o ambiente escolar. Temos que nos apropriar do conhecimento para falar da religião afro em sala de aula, mostrando que o negro também tem a sua religião. Isso é conhecimento e não doutrina ou coisa parecida, pois não podemos desvincular a religiosidade, o encontro com o sagrado do restante da cultura.

O negro no Brasil


Interessante a entrevista.


Vídeo " história da resistência negra no Brasil".

                                              Ótimo vídeo para ser trabalhado em sala de aula.

Panôs afro


Nos panôs os alunos estam desenhando  escudos africanos e nos mesmo há o  uso da simbologia adinkra. 





Confecção de chocalhos



O trabalho de confecção dos chocalhos foi baseado nos chocalhos indígenas, os quais inspiraram a construção dos mesmos pelos alunos da 8º série.2013.






Mestre Didi

                                                                    Mestre Didi
                                                            Bruna e a galinha d´ Angola

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Dicas de leitura.

 Vale a pena visitar a página, esta recheada de informações.
http://ow.ly/oASjh
 http://ow.ly/oASjh 
#geledes #lei10639

Dança do Congo vai ganhar exposição no Museu Afro-Brasileirohttp://ow.ly/oAyua #geledes

Vamos sociabilizar.

                                                  http://eventomamafrica.blogspot.com.br/

Intolerância religiosa. Dê um basta nisso.


Educar para a diversidade.



Escolhemos Setembro para discutir mais sobre a importância de valorizar as diferenças! 
Como educar para o respeito à diversidade racial na escola e em casa?

Veja 6 dicas: http://abr.io/diversidade-racial




Parabéns a todas mulheres indígenas


Desfile escolar de 2010


Grupo Lókun - Estratégias.

 Desenvolvimento/ estratégias:
Estudo e análise da Lei 10.639/2003;
Desafios matemáticos;
Levantamento étnico dos alunos do 1º ao 5º ano da escola;
Oficinas de construção de instrumentos, máscaras, escudos e bonecas africanas;
Desfile de cabelos afro;
Caderno de receitas africanas;
Degustação de pratos de origem africana;
Filmes;
Relato de Experiência sobre o cotidiano na África do Sul;
Documentários e entrevistas;
Palestras;

Mostra de trabalhos sobre a Cultura Afro. 

Grupo Lókun

Grupo Lókun - E.M.E.F.Frederico E. Buchholz
Lókum é uma palavra de origem africana que significa forte.
Coordenação do grupo:
Marisa Farias- Especialista em Educação Inclusiva
Margareth Teixeira- Especialista em História do Rio Grande do Sul
Renata Acosta- Especialista em Educação Física Escolar

Professoras colaboradoras: Letícia Sanches e Genezi Mirapalheta no ano de 2011.

Exposição dos alunos dos 5º anos da E.M.E.F.Frederico Ernesto Buchholz





Grupo Lókun

* Grupo Lókun
Grupo de estudo e trabalho de valorização da História e Cultura Afro- brasileira e Africana


            O grupo existe desde o ano de 2006 e é composto por três professoras  que  desenvolvem suas práticas pedagógicas na E.M.E.F. Frederico E. Buchholz, visando a melhoria pessoal e interpessoais das relações fazendo com que, através do conhecimento haja  uma profícua  compreensão sobre a diversidade racial e cultural. O que proporcionará sujeitos menos preconceituosos e intolerantes aos diversos e diferentes  e consequentemente seres que respeitam as pessoas independente de suas origens, escolhas e culturas.
          A Coordenação do grupo Lókun esta a cargo das professoras Renata Acosta- especialização em Educação Fisica Escolar e Supervisão Escolar, Margareth Teixeira – especialização em História do Rio Grande do Sul  e Marisa Farias- especialização em Educação Inclusiva.
          A atividade do Lókun justifica-se pela necessidade de aplicação da Lei 10.639/2003, visando uma mudança comportamental por parte dos alunos em relação à História da África, dos africanos e da cultura afro-brasileira, já que se faz necessário conhecer, para que haja o devido respeito e valorização. Com isso, estaremos promovendo uma educação igualitária ( no sentido de não desprezar nenhum aluno),a fim de que haja uma diminuição de preconceitos, representando uma possibilidade real da formação de sujeitos menos preconceituosos nas futuras gerações. 
          Desenvolvendo esse projeto, pretende-se elevar a autoestima dos alunos afrodescendentes, que não conhecendo seus referenciais envergonham-se da sua aparência, fazendo com que a obediência e a submissão sejam uma presença constante em suas vidas.
          Em 2006 foram realizadas atividades de esclarecimento relativo a lei nº10.639/2003 com os professores.
          A partir de 2008, no mês de novembro é realizada a Exposição de trabalhos sobre a Cultura e História  Afro - brasileira e Africana “Desvendando a beleza e os mistérios da cultura de um povo lutador e forte”, e já estamos indo para a Quinta edição do evento.
          1º Roda de conversas sobre religiosidade – “Os caminhos da religião de Matriz Africana” em 2012.
          Sendo assim estamos buscando novas práticas  e contribuindo para a humanização dos seres.
               


* Lókun  - Palavra de origem Iorubana. E significa forte. O Yorubá é uma língua africana antiga, herdada pelo povo Yorubá de seus antepassados. Ele é falado, ao lado de outros idiomas, na parte oeste da África, principalmente na Nigéria, Benin, Togo e Serra Leoa.

No continente americano, o yorubá também é praticado, sobretudo em ritos religiosos, como nos ritos afro-brasileiros, onde é chamado de Nagô, e nos ritos afrocubanos de Cuba (e em menor escala, em certas partes dos Estados Unidos entre gentes de origem cubana), onde é conhecido também por Lucumí). http://www.ifatola.com/index.php?option=com_content&view=article&id=37&Itemid=48

domingo, 1 de setembro de 2013


Memória afro e indígena





Video sobre cultura indígena


Para pesquisar. Show de bola.

VÍDEO NAS ALDEIAS


CNPJ:
03.941.844/0001-25

Endereço:
Rua de São Francisco, 162
Carmo, Olinda, PE. CEP 53120-070

Tel/fax:
(+55) (81) 3493 3063

E-mail:
videonasaldeias@videonasaldeias.org.br

Skype:
videonasaldeias949

Site:
www.videonasaldeias.org.br

You Tube:
http://br.youtube.com/user/VideoNasAldeias

Cotas raciais.

“     As cotas são fundamentais para que alcancemos o objetivo de ser um país que assegure oportunidades para todos. O Brasil só será efetivamente uma democracia racial quando enfrentarmos com coragem e decisão o racismo , chaga histórica que ainda marca profundamente a sociedade brasileira.”               ( Dilma Rousseff  - Presidenta)

Introdução para confeccionar um tambor na aula de artes.

LENDA DO TAMBOR AFRICANO
CONTO POPULAR DA GUINÉ-BISSAU




            Dizem na Guiné que a primeira viagem à Lua foi feita pelo Macaquinho de nariz branco. Segundo dizem, certo dia, os macaquinhos de nariz branco resolveram fazer uma viagem à Lua a fim de trazê-la para a Terra. Após tanto tentar subir, sem nenhum sucesso, um deles, dizem que o menor, teve a ideia de subirem uns por cima dos outros, até que um deles conseguiu chegar à Lua.    Porém, a pilha de macacos desmoronou e todos caíram menos o menor, que ficou pendurado na Lua. Esta lhe deu a mão e o ajudou a subir. A Lua gostou tanto dele que lhe ofereceu, como regalo um tamborinho. O macaquinho foi ficando por lá, até que começou a sentir saudades de casa e resolveu pedir à Lua que o deixasse voltar. A lua o amarrou ao tamborinho para descê-lo pela corda, pedindo a ele que não tocasse antes de chegar a Terra e, assim que chegasse, tocasse bem forte para que ela cortasse o fio. O Macaquinho foi descendo feliz da vida, mas na metade do caminho, não resistiu e tocou o tamborinho. Ao ouvir o som do tambor a Lua pensou que o Macaquinho houvesse chegado à Terra e cortou a corda. O            Macaquinho caiu e, antes de morrer, ainda pode dizer a uma moça que o encontrou, que aquilo que ele tinha era um tamborinho, que deveria ser entregue aos homens do seu país. A moça foi logo contar a todos sobre o ocorrido. Vieram pessoas de todo o país e, naquela terra africana, ouviam-se os primeiros sons de tambor.
Disponível em:http://linguaportugesaeliteratura.blogspot.com/search/label/Contos






Dica para trabalhar em sala de aula -

Através dos contos podemos desenvolver um belo trabalho com os alunos, pois abarcamos a parte de português, geografia, artes, convivência social e sua organização entre outros aspectos dos temas transversais. Hoje passo a dica do conto indígena. 


O mito da lagarta Kurupêakê

       “Havia um tempo em que Wayana não se pintava”. Certo dia, uma jovem ao se banhar viu boiando n’água vários frutos de jenipapo recobertos de figuras.
      - Ah! Para eu me pintar – exclamou.
      Nessa mesma noite, um rapaz procurou-a na aldeia até a encontrar. Tornaram-se amantes, dormindo juntos noite após noite. Entretanto, ao alvorecer, o jovem sempre desaparecia. Uma noite, contudo, o pai da moça rogou-lhe que permanecesse. E ele ficou. Quando clareou perceberam que seu corpo era inteiramente decorado com meandros negros. Como o acharam belo, pintou a todos, ensinando-lhes esta arte.
     Um dia o jenipapo terminou. O jovem desconhecido chamou a amante e foram a sua procura. Próximo ao jenipapeiro pediu-lhe que o aguardasse, enquanto colhia os frutos. Ela não obedeceu, foi vê-lo subir na árvore. O que viu, entretanto, não foi o amante, mas uma imensa lagarta, toda pintada com os mesmos motivos.
      Enfurecida, disse-lhe para nunca mais voltar a sua aldeia, pois seus irmãos iriam matá-lo.       Arrecadou os frutos que estavam caídos no chão e regressou  sozinha."

Fonte: www.arara.fr




Valorização da educação e dos professores.


Exposição Afro-indígena - CPA.


Material da Exposição de 2012 dos alunos da E.M.E.F. Cipriano Porto Alegre - Rio Grande


Camiseta do projeto afro-indígena do ano passado - 2012


Religiosidade afro

A cada leitura que faço sobre Cultura Afro-brasileira percebo o quanto é importante falarmos da religiosidade em sala de aula, pois não consigo desvincular a religião da cultura afro, pois, tudo esta interligado. E se omitir de falar da mesma no ambiente escolar é mais uma vez mutilar a identificação dos alunos com sua história religiosa e principalmente cultural. Mesmo que haja alunos das mais diversas crenças, não podemos evitar o conhecimento, uma vez que não se trata de uma ação doutrinária ou catequista mas de apropriação do conhecimento sobre história e cultura de um povo que construiu o Brasil.
A Militância do Movimento Negro de Rio Grande esteve em Porto Alegre na III Conferência Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. 
Final de semana muito bom , na Luta por um Rio Grande Afirmativo !





Reflita!


Colegas vamos exigir em nosso plano de carreira o adicional de periculosidade, pois no exercício de nossa profissão os riscos de sermos agredidas é constante. Ao sairmos de casa pedimos proteção do sagrado pois não sabemos se retornaremos. Faça uma reflexão profunda e vamos lutar.


Dica de leitura. E bom trabalho em sala de aula.


Por este motivo que utilizo a educação. Quero um mundo melhor.


MARIA CAROLINA DE JESUS - HERÓIS DE TODO MUNDO


    Grandes amigos João Ti Ògún Adiolá  e Marcelinhu Studinski presidente do Afoxé Filhos de Xangô.

1º aniversário do Afoxé Filhos de Xangô - 29/05/2013


Importante. E a programação é maravilhosa. Conhecimento para ser sociabilizado por todos.



Vamos participar. Conhecimento nunca é demais.

Lutando pela valorização do magistério


Alunos da turma 82 da E.M.E.F.Cipriano Porto Alegre - Rio Grande/RS

O trabalho que os alunos estam desenvolvendo durante o trimestre sobre a Cultura Indígena. Preparando as peças para  III Exposição Afro - indígena  a realizar-se no final de novembro de 2013. Lembro que durante o ano letivo, desde março os alunos estudam a cultura indigena e sua influência, suas lutas e formas de resistência.







III Conferência Estadual de Politícas de Promoçãos da Igualdade Racial.